terça-feira, 9 de setembro de 2008

Schwarzenegger - The Running Man [O Sobrevivente]


Formato: RMVB
Áudio: Inglês
Legendas: Português - BR (embutidas)
Duração: 1:41
Tamanho: 340MB (04 partes)
Servidor: Rapidshare

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Sinopse:

O ano é 2017. A economia mundial entrou em colapso. A comida e os recursos naturais são escassos. Os militares governam com força bruta, censura e proibição. Os livros foram queimados, os discos destruídos, as escolas fechadas e toda liberdade pessoal abolida. Porém, uma relíquia do século XX foi preservada como ferramenta de manipulação: a TV, única forma de diversão de uma população oprimida e fria.

Nesse futuro sombrio, The Running Man é o programa mais popular, uma espécie de jogo de gato e rato mortal e sanguinário, onde o único e valioso prêmio é a sobrevivência. Ben Richards (Arnold Schwarzenegger), um rebelde perseguido, terá que defender sua vida frente às câmeras de TV lutando contra adversários letais.



Jodie Foster - "A Menina do Outro Lado da Rua" [The Little Girl Who Lives Down the Lane]


















Formato: RMVB
Áudio: Inglês
Legendas: Português (embutidas)
Duração: 1:32
Tamanho: 310 MB (04 partes)
Servidor: Rapidshare


Sinopse: Em uma pequena cidade uma garota de 13 anos, Rynn Jacobs (Jodie Foster), vive sozinha na casa de seu pai. Quando chega algum visitante ela explica que o pai viajou a negócios, está dormindo ou está trabalhando e não pode ser incomodado. Ela está determinada em não perder a sua independência e fará qualquer coisa para proteger o seu segredo, principalmente da Sra. Hallet (Alexis Smith), que alugou a casa para o pai dela. A Sra. Hallet sente que algo está errado e o filho dela, Frank Hallet (Martin Sheen), que apesar de ser casado e ter filhos, tem na cidade a "fama" de ser um pedófilo.



LINKS
:
http://rapidshare.com/files/106179473/The_Little_Girl_Who_Lives_Down_the_Lane.1976.part1.rar.html
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http://rapidshare.com/files/106204047/The_Little_Girl_Who_Lives_Down_the_Lane.1976.part3.rar.html
http://rapidshare.com/files/106205833/The_Little_Girl_Who_Lives_Down_the_Lane.1976.part4.rar.html

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Uma Noite de Aventuras(Adventures in Babysitting, 1987)


Chris aceitou um chamado para trabalhar de babysitter. A noite prometia ser calma, até que uma amiga liga da rodoviária pedindo ajuda. Ela resolve apanhar a amiga e aí a noite se transforma numa seqüência de emoções e aventuras para Chris e as crianças.
A famosa frase:-Ninguém passa aqui sem tocar um "BLUES"
Dirigido por Chris Columbus (Harry Potter e a Pedra Filosofal) e co Elisabeth Shue e Vincent D'Onofrio no elenco.
Formato: rmvb
Áudio: Inglês
Legendas: Português/BR

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Anita Baker

Nascida em 26 de Janeiro de 1958, 8 vezes ganhadora do Grammy.Brilhante cantora e compositora de R&B e Soul. Capaz de alcançar altas notas com sua voz.
Simplesmente sensacional!
Nessa nossa terra chamada Brasil, temos pouco contato com esse tipo de música de qualidade,
entretanto convido a todos a desfrutar dessa maravilhosa intérprete e compositora!


Anita Baker - Rapture

1. Sweet Love
2. You Bring Me Joy
3. Caught Up In The Rapture
4. Been So Long
5. Mystery
6. No One In The World
7. Same Ole Love
8. Watch Your Step





Anita Baker - The Very Best Of Anita Baker (2006)
1. Caught Up In The Rapture
2. Giving You The Best That I Got
3. Sweet Love
4. Body And Soul
5. Just Because
6. I Apologize
7. Rhythm Of Love
8. Soul Inspiration
9. Lead Me Into Love
10. Angel
11. Same Ole Love (365 Days A Year)



ou






Anita Baker - Giving You The Best I Got

1) Priceless - 4:47
2) Lead Me Into Love - 4:44
3) Giving You the Best That I Got - 4:18
4) Good Love - 5:38
5) Rules - 3:50
6) Good Enough - 4:47
7) Just Because - 5:09







Anita Baker - The Songstress

1) Angel - 4:57
2) Your're the Best Thing Yet - 5:36
3) Feel the Need - 5:35
4) Squeeze Me - 4:40
5) No More Tears - 5:38
6) Sometimes - 5:53
7) Will You Be Mine - 5:24
8) Do You Believe Me - 3:55



Senha/Password: www.maxalbums.com

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Pedro Mariano



Segundo filho de Elis Regina e o primeiro dela com César Camargo Mariano, Pedro Mariano tentou seguir a carreira de arquiteto, mas acabou optando pela carreira que sua mãe havia previsto desde cedo para ele: a de cantor. Começou cantando em shows de escola e gravando jingles. Chegou a ganhar um prêmio de revelação em um FestValda.

A primeira grande apresentação foi ao lado do irmão, o baterista e produtor musical João Marcello Bôscoli, num show em comemoração ao cinqüentenário de Elis Regina, no Tuca, em São Paulo, em 1995. Sentado na platéia estava Ronaldo Vianna, um dos executivos da Sony Music, que acabou levando os dois irmãos para a gravadora. Antes do primeiro disco solo, Pedro participou do disco de estréia do irmão, João Marcello Bôscoli e Cia., cantando em quatro faixas, inclusive Como Nossos Pais, música imortalizada por Elis.

Fã de Al Jarreau e Stevie Wonder, Pedro lançou em 1997 o primeiro disco, Pedro Camargo Mariano (nome com que assinava na época), produzido pelo irmão. No repertório, músicas gravadas pela mãe, como Triste, de Tom Jobim, e As Curvas da Estrada de Santos, e compositores novos como Lenine e Max de Castro. Em 2000, ele voltou à carga com o disco Voz no Ouvido.

Pela gravadora Trama, em 2003, lança juntamente com seu pai, César Camargo Mariano, Piano e Voz. Os dois interpretam pérolas da MPB de diversos compositores, como Rita Lee e Gilberto Gil ao som do piano e voz, faixas como "Deixar Você", "Dupla Traição", "Caso Sério" e "Se Eu Quiser Falar Com Deus".

Em 2002, lança mais um disco de carreira, intitulado Intuição. Neste terceiro álbum, o cantor mostra um repertório de canções que mesclam pop, rock, bossa-nova e jazz. O disco conta também com a participação especial de Zélia Duncan, na faixa "Você Vai Ver".

Para celebrar 10 anos de estrada, em 2005, Pedro Mariano grava um álbum ao vivo, no Teatro Alfa, em São Paulo. No show, Pedro mostrou inéditas de Frejat ("Três Moedas"), Jair Oliveira ("Colorida e Bela") e Jorge Vercilo ("Quase Amor"). O disco traz também um set em homenagem à Elis Regina. Sandy dividiu os vocais com o artista na clássica "É Com Esse que Eu Vou" e Luciana Mello atualizou o suingue de "Cai Dentro", ambas gravadas por Elis.

Download Cds Pedro

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Christopher Cross












Christopher Cross é um músico compositor, guitarrista e cantor norte-americano, nascido em San Antonio, Texas. Ele cita como grandes influências os Beach Boys e Joni Mitchell.
Ele começou nos
anos 70, participando da banda de rock pesado FLASH. Nesta época Christopher era uma espécie de herói da guitarra no Texas, o que lhe valeu a oportunidade de substituir Ritchie Blackmore em um concerto do Deep Purple. Ritchie ficou muito gripado e não conseguia tocar, mas o produtor e a banda resolveram fazer o show com o jovem guitarrista local.
No final da década, porém, partiu para carreira individual, lançando seu primeiro
LP solo em 1980. Com esse disco de estréia, ele ganhou cinco prêmios Grammy. Embora tenha ficado famoso no Brasil com a canção "Sailling", desse LP, só teve sucesso internacional no ano seguinte, com a participação na trilha sonora do filme Arthur (estrelado por Liza Minnelli e Dudley Moore), com o tema de Arthur ou "Best That You Can Do". Esta música, composta com Burt Bacharach e Carole Bayer Sager, lhe valeu um Oscar de melhor canção.
Apesar de não lançar um disco com composições inéditas desde 1998, Christopher continua se apresentando esporádicamente pelo mundo, e recentemente em
2007 foi agraciado com uma estrela na Calçada da Fama da Música do Sul do Texas, em Corpus Christi. Em seu show no evento em Corpus Christi, ele contou que atualmente trabalha em composições para a sua filha que inicia a carreira musical, e pretende lançar um disco com versões em espanhol dos seus maiores sucessos.
Christopher é patrocinado pelos fabricantes de instrumentos Taylor Guitars e Tom Anderson Guitars, e das cordas Elixir.
































terça-feira, 29 de abril de 2008

Marcos Valle - Vento Sul


Nascido no Rio de Janeiro, estudou piano clássico e teoria musical na infância, e mais tarde violão. Começou a freqüentar os bares e casas noturnas que davam espaço para grupos de jazz e jam sessions e formou em 1961 um conjunto com Edu Lobo e Dori Caymmi que chegou a se apresentar algumas vezes. Com seu irmão Paulo Sergio Valle compôs músicas de sucesso e em 1964 lançou o LP "Samba Demais".

No ano seguinte foi para os Estados Unidos, onde Walter Wanderley gravou "Samba de Verão", com grande êxito. "Preciso Aprender a Ser Só" e "Terra de Ninguém" são outros destaques dessa época, junto com "Samba de Maria", "O Amor É Chama", "Viola Enluarada" (gravada em duo com Milton Nascimento), "Dia de Vitória", "Gente", "Seu Encanto" e "Ao Amigo Tom".

Nos anos 70 aproximou-se mais do pop e do soul. Em seguida, compondo trilhas de novelas, sua enorme lista de sucessos passou a incluir ainda "Quarentão Simpático", "Com Mais de Trinta", "Mustang Cor de Sangue", "Os Grilos", "Freio Aerodinâmico", "Que Bandeira", "Black Is Beautiful", "O Cafona", "Não Tem Nada Não".

Nos Estados Unidos, trabalhou com Airto Moreira. Na década de 80 deu uma guinada mais pop e teve alguns sucessos como "Bicicleta". Marcos Valle foi um compositor da chamada "segunda geração" da bossa nova.

Seu estilo suingado e dançante, apoiado em grooves inovadores, adaptou-se à demanda das pistas de dança européias, onde foi relançado com muito sucesso na década de 90, no meio da febre do drum'n'bass, criando um novo estilo, o drum'n'bossa. Seus discos foram relançados e outros foram gravados, especialmente pela gravadora londrina Far Out Records.

O reconhecimento de Marcos Valle é notório não só velho continente. Graças ao seu sucesso, ele tem excursionado também pelos Estados Unidos e Japão. Em 2004, a cantora Emma Bunton, ex-integrante das Spice Girls, gravou uma composição do brasileiro em seu álbum “Free Me”. A música “Crickets Sing for Anamaria”, é uma versão em inglês de “Os Grilos”, escrita pelo compositor, em 1967. A gravação foi considerada pelos críticos britânicos como um dos destaques do CD da cantora.

Em 2005, o compositor lançou “Jet-Samba”. Gravado no Rio de Janeiro, o disco de drum´n´bossa tem como destaques as canções "Selva de Pedra", "Campina Grande" e "Esperando o Messias". O êxito de Jet-Samba” junto a crítica foi confirmado com a sua premiação pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), em 2005. Além disso, o show de lançamento do CD ficou entre os melhores do ano na lista do jornal O Globo.
Segue abaixo o dowload de Vento Sul.

Marcos Valle radicalizou de vez em Vento Sul, o disco mais experimental de sua carreira. Sambas psicodélicos invadiram o repertório, composto em uma aldeia hippie e gravado com integrantes do grupo O Terço. A temática das letras passeia por climas bucólicos, com muitas referências ao ar, à liberdade e à paz. Apesar disso, "Revolução Orgânica" abre o disco com guitarras pesadas e falando de morte. Depois é só calmaria. "Vôo Cego" poderia fazer parte do repertório mais espacial do Grateful Dead, enquanto "Deixa O Mundo E O Sol Entrar", um folk-rock de primeira, chega a emocionar.

Ainda há canções mais inusitadas como "Rosto Barbado" e "Vento Sul", dois belos hinos hippies, a assustadora "Democústico" e a mezzo balada, mezzo hard-rock "Mi Hermoza", cantada quase toda em falsete.

Vento Sul é um disco de rompimento com a música brasileira tradicional e assustou muita gente. Tornou-se de cara um clássico esquecido do rock brasileiro.


Vento Sul

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Rubem Fonseca




Nascido em Juiz de Fora, Minas Gerais, em 11 de maio de 1925, José Rubem Fonseca é formado em Direito, tendo exercido várias atividades antes de dedicar-se inteiramente à literatura. Em 31 de dezembro de 1952 iniciou sua carreira na polícia, como comissário, no 16º Distrito Policial, em São Cristóvão, no Rio de Janeiro. Muitos dos fatos vividos naquela época e dos seus companheiros de trabalho estão imortalizados em seus livros. Aluno brilhante da Escola de Polícia, não demonstrava, então, pendores literários. Ficou pouco tempo nas ruas. Foi, na maior parte do tempo em que trabalhou, até ser exonerado em 06 de fevereiro de 1958, um policial de gabinete. Cuidava do serviço de relações públicas da polícia. Em julho de 1954 recebeu uma licença para estudar e depois dar aulas sobre esse assunto na Fundação Getúlio Vargas, no Rio. Na Escola de Polícia destacou-se em Psicologia. Contemporâneos de Rubem Fonseca dizem que, naquela época, os policiais eram mais juízes de paz, apartadores de briga, do que autoridades. Zé Rubem via, debaixo das definições legais, as tragédias humanas e conseguia resolvê-las. Nesse aspecto, afirmam, ele era admirável. Escolhido, com mais nove policiais cariocas, para se aperfeiçoar nos Estados Unidos, entre setembro de 1953 e março de 1954, aproveitou a oportunidade para estudar administração de empresas na New York University. Após sair da polícia, Rubem Fonseca trabalhou na Light até se dedicar integralmente à literatura. É viúvo e tem três filhos.
Reconhecidamente uma pessoa que, como Dalton Trevisan, adora o anonimato (o único registro fotográfico que conseguimos foi feito há muitos anos), é descrito por amigos como pessoa simples, afável e de ótimo humor.
Foi, ao longo de sua carreira, agraciado com inúmeros prêmios literários, abaixo descritos.
Sendo profundamente interessado na arte cinematográfica, escreve também roteiros para filmes, muitos deles premiados:
- Coruja de ouro, roteiro Relatório de um homem casado, filme dirigido por Flávio Tambelini.
- Kikito de ouro do Festival de Gramado, roteiro de Stelinha, dirigido por Miguel Faria.
- Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte, roteiro de A grande arte, filme dirigido por Walter Salles Jr.
Seus livros são publicado no Brasil e no exterior, com grande sucesso de crítica e de público:
LIVROS PUBLICADOS NO BRASIL:
Os prisioneiros (contos, 1963),
A coleira do cão (contos, 1965)
Lúcia McCartney (contos, 1967)
O caso Morel (romance, 1973)
Feliz Ano Novo (contos, 1975)
O homem de fevereiro ou março (antologia, 1973)
O cobrador (contos, 1979)
A grande arte (romance, 1983)
Bufo & Spallanzani (romance, 1986)
Vastas emoções e pensamentos imperfeitos (romance, 1988)
Agosto (romance, 1990)
Romance negro e outras histórias (contos, 1992)
O selvagem da ópera (romance, 1994)
Contos reunidos (contos, 1994)
O Buraco na parede (contos, 1995)
Romance negro, Feliz ano novo e outras histórias, Editora Ediouro, Rio de Janeiro, 1996.
Histórias de Amor (contos, 1997)
Do meio do mundo prostituto só amores guardei ao meu charuto (novela, 1997)
Confraria dos Espadas (contos, 1998)
O doente Molière (novela, 2000)
Secreções, excreções e desatinos (contos, 2001)
Pequenas criaturas (contos, 2002)
Diário de um Fescenino (contos, 2003)
64 Contos de Rubem Fonseca (contos, 2004)
Ela e outras mulheres (contos, 2006)
O romance morreu (crônicas, 2007)
Todos estes livros, com exceção de O homem de fevereiro ou março (editora Artenova), foram editados ou reeditados pela Companhia das Letras. Os romances O caso Morel e A grande arte foram publicados (em 1998) pela Record/Altaya, na coleção “Mestres da Literatura Brasileira e Portuguesa”, para venda em bancas. O romance Agosto está na coleção “Mestres da Literatura Contemporânea” (1995) editora Record/Altaya, também para venda em bancas. Romance negro, Feliz ano novo e outras histórias, foi publicado pela Editora Ediouro, Rio de Janeiro, 1996. Na antologia Onze em campo e um banco de primeira, da Editora Relume Dumará, Rio, 1998, foi inserido o conto Abril, no Rio, em 1970, originalmente editado no livro Feliz ano novo. Na antologia Trabalhadores do Brasil, da editora Geração Editorial, Rio, 1998, foi incluído o conto O agente, originalmente editado no livro Os prisioneiros. Na antologia Os cem melhores contos brasileiros do século, editora Objetiva, Rio, 2000, foram publicados os contos A força humana, Passeio noturno I, Passeio noturno II, Feliz ano novo e A confraria dos espadas. A antologia Contos para um Natal brasileiro, da Editora Relume Dumará, Rio, 2001, em companhia de C. D. Andrade, João Ubaldo Ribeiro, Lygia F. Telles e outros, traz conto sobre a data.
PRÊMIOS LITERÁRIOS:
Pen Club do Brasil, A coleira do cão.
Fundação Cultural do Paraná, Lucia McCartney
Fundação Cultural de Brasília, Lucia McCartney
Jabuti (Conto), da Câmara do Livro de São Paulo, A coleira do cão
Associação Paulista de Críticos de Arte, O cobrador
Prêmio Estácio de Sá, O cobrador
Prêmio Goethe (Brasil), A grande arte
Jabuti (Romance) A grande arte
Prêmio Pedro Nava do Museu de Literatura, Vastas Emoções e Pensamentos Imperfeitos
Prêmio Giuseppe Acerbi (Mantova, Itália), Vaste emozione e pensie imperfeti
Jabuti (Conto) O buraco na parede
Prêmio Machado de Assis (Biblioteca Nacional), E do meio do mundo prostituto só amores guardei ao meu charuto
Prêmio Eça de Queiroz (contos) da União Brasileira de Escritores, A confraria dos Espadas
Prêmio de melhor romance do ano, da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), para O doente Molière (2000)
Prêmio Luis de Camões, considerado o "Nobel" da língua portuguesa, concedido pelos governos do Brasil e Portugal, pelo conjunto da obra, anunciado em 13/05/2003.14º Prêmio de Literatura Latinoamericana e Caribe Juan Rulfo, concedido durante a Feira Internacional do Livro de Guadalajara - México, em 2003.
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Lou Rawls




Nascido em Chicago, Lou Rawls começou sua carreira como cantor de jazz, lançando seu primeiro álbum, "Stormy Monday", em 1962. Influenciado pela soul music, ele deixou de lado o jazz e, em 1966, gravou o que veio a ser o seu maior hit, "Love is a Hurtin' Thing". Nos anos 70, viveu a fase mais comercial de sua carreira, consolidando-se como um ícone da música vocal afro-americana. Em 2003, gravou o álbum "Rawls Sings Sinatra", interpretando clássicos de Frank Sinatra.
Cantor das belíssimas "Lady Love" e "I see you when i git there".
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